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O Turismo Oleícola
em Mirandela

TERRA OLEA propõe percursos turísticos em torno da temática da oliveira, que podem ser complementares a outras visitas à região de Trás-os-Montes. Estes povoados mirandelenses oferecem um variado e rico património natural, paisagístico, cultural e artístico, fruto de séculos de história Os lagares, o turismo rural, a gastronomia, as provas de azeites, a oliveira, a paisagem, a natureza em estado puro... cada percurso oferece um pouco de tudo isto... venha descobri-los...
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terra.olea@cm-mirandela.pt

Câmara Municipal de Mirandela
geral@cm-mirandela.pt
Acolhimento sítioMirandela / Turismo

Rota da Oliveira

Percurso III - Ares da Serra

Percurso I - Por Terras de Ledra até ao Quadraçal

Percurso II - Entre Tuela e Rabaçal

Percurso IV - Olivais até ao Tua

Mapa da Rota da Oliveira

Lagares

Alojamentos

Restaurantes / Gastronomia Local

Produtores / Embaladores / Distribuidores

Comércio tradicional

Outros

Percurso IV - Olivais até ao Tua

Percurso IV - Olivais até ao Tua

Mirandela é pela sua história olivícola e pelas obrigações à consciência própria da sua gente, um imenso conjunto de “ilhas e ilhéus de oliveiras” – das Aguieiras a Abreiro ou da Torre Dona Chama a Frechas, do Rabaçal e do Tuela ao Tua… Por isso, para este percurso, a partida faz-se da Alameda do Rio Tua, Av. Nossa Senhora do Amparo até ao Jardim da Praceta Eng.º Adelino Amaro da Costa (Jardim das Oliveiras), antes de entrar na EN 15, em direcção ao IP 4. Quer logo à saída quer no jardim da praceta junto ao hospital, a cidade recorda o labor da prensagem azeitoneira com duas peças da nossa história lagareira.

O primeiro destino é a aldeia de S. Pedro Vale do Conde, via EN 15-4, onde oliveiras de agora e de um passado indeciso dão azeitona para um dos melhores azeites da região. A aldeia até parece sufocar de tantas e tantas oliveiras…

Rumo ao rio Tua, logo a seguir a Valverde da Gestosa, a paisagem ora é despida e agreste ora é matizada de olivais e oliveiras que bem se aconchegam até às margens do rio. Basta parar de vez em quando e espreitar os melhores pedaços de terra, são logo bandos de oliveiras… Daqui, pelo CM 1093, até Barcel e Longra, onde pode visitar a Igreja Matriz, casas brasonadas, a Anta dos Trochos, a Fraga do Diabo… é uma fartura de história olivícola. Senão, atreva-se a subir pelo estradão (CM 1091) que vai dar ao Carvalhal, pare bem no alto e confirme como o vale e as encostas são de um verde oliva.

Já nos Avidagos, pela EM 582 e depois pela EM 581, sempre com a paz dessas guerreiras do tempo, descanse junto ao Pelourinho de Lamas de Orelhão – símbolo do poder municipal de que foi sede – e peça para lhe contarem a lenda do mouro Rei de Orelhão, o tal que perseguiu os irmãos-pastores Comba e Leonardo. Vá até à aldeia dos Passos e, porque não, subir ao “Buraco da Pala” onde se encontram vestígios que datam do II milénio a. C. e grutas com algumas pinturas rupestres. Para isso, terá que trepar por um estradão florestal; mas vale a pena, porque, a meia encosta, a paisagem merece ser contemplada – dos campos de Sucçães, terra do Capitão Sarmento Pimentel, aos olivais de S. Pedro de Vale do Conde, Rego de Vide e Cobro, até ao serpenteado do rio Tua.

Todavia, a Serra dos Passos justifica só por si uma, duas, três… visitas para que os muitos segredos que ela guarda sejam partilhados por todos.



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